{"id":933,"date":"2015-07-20T11:14:57","date_gmt":"2015-07-20T14:14:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/?p=933"},"modified":"2015-07-20T11:14:57","modified_gmt":"2015-07-20T14:14:57","slug":"o-deserto-do-atacama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/2015\/07\/o-deserto-do-atacama\/","title":{"rendered":"O deserto do Atacama&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>O deserto do Atacama, no Chile, \u00e9 o mais \u00e1rido e alto do mundo. \u00c9 tamb\u00e9m o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d\u00b4\u00e1gua do c\u00e9u.<\/p>\n<p><!--more-->Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipita\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, por\u00e9m, de tempos em tempos, um fen\u00f4meno muito interessante acontece.<\/p>\n<p>O milagre da flora\u00e7\u00e3o do deserto \u00e9 poss\u00edvel de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva ca\u00edda nos meses do ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Suficientes quantidades de \u00e1gua permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar \u00e0 vida e florescer por um curto espa\u00e7o de tempo, na primavera.<\/p>\n<p>S\u00e3o mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar bel\u00edssimo e inesperado em meio a terras t\u00e3o \u00e1ridas.<\/p>\n<p>Quando o deserto revive e floresce surge uma panor\u00e2mica maravilhosa. \u00c9 a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as plan\u00edcies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.<\/p>\n<p>S\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto at\u00e9 o meio de outubro.<\/p>\n<p>As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, est\u00e3o especialmente adaptadas para essas condi\u00e7\u00f5es extremas, e assim podem voltar \u00e0 vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.<\/p>\n<p>Os chilenos conhecem esse fen\u00f4meno como deserto florido.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>O ser humano tamb\u00e9m \u00e9 capaz de florescer, mesmo ap\u00f3s anos de estiagem \u00edntima.<\/p>\n<p>As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no \u00e2mago da alma.<\/p>\n<p>Almas secas, almas aparentemente sem esperan\u00e7a de flor, vir\u00e3o a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renova\u00e7\u00e3o, as fizer despertar.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 caso perdido para o Criador.<\/p>\n<p>Mesmo os Esp\u00edritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, ir\u00e3o germinar.<\/p>\n<p>Chegar\u00e1 o tempo em que perceber\u00e3o que o mal, a revolta, a vingan\u00e7a n\u00e3o lhes traz felicidade alguma.<\/p>\n<p>Chegar\u00e1 o tempo em que, regados pelas chuvas cont\u00ednuas do amor dos que est\u00e3o ao seu lado, render-se-\u00e3o ao bem renovador.<\/p>\n<p>Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando est\u00e1 preparado para despertar.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, recordemos que as sementes ocultas est\u00e3o l\u00e1, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra \u00e1rida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.<\/p>\n<p>Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.<\/p>\n<p>Deus nos fez todos assim, sem exce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quem escolhe o momento de desabrochar somos n\u00f3s.<\/p>\n<p>Chegar\u00e1 o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda t\u00e3o sofrido, t\u00e3o seco, florescente por completo.<\/p>\n<p>Seremos n\u00f3s, Esp\u00edritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a cham\u00e1-lo de terra florida.<\/p>\n<p>Autor: Momento Esp\u00edrita<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O deserto do Atacama, no Chile, \u00e9 o mais \u00e1rido e alto do mundo. \u00c9 tamb\u00e9m o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d\u00b4\u00e1gua do c\u00e9u.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":934,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-933","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reflexoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/933","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=933"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/933\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/media\/934"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}