{"id":652,"date":"2014-11-07T19:05:40","date_gmt":"2014-11-07T22:05:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/?p=652"},"modified":"2014-11-07T19:05:40","modified_gmt":"2014-11-07T22:05:40","slug":"voce-ja-observou-a-borboleta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/2014\/11\/voce-ja-observou-a-borboleta\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea j\u00e1 observou a borboleta&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 observou a borboleta pousada sobre uma folha nova, especialmente escolhida por ela, uma que n\u00e3o caia antes da sa\u00edda das lagartinhas do ovo, dobrar o abdome at\u00e9 sentir a face inferior da folha e ali colocar o ovo?<\/p>\n<p><!--more-->Por essas maravilhas da natureza, que somente a Provid\u00eancia Divina explica, cada esp\u00e9cie de borboleta sabe exatamente qual o tipo de planta que deve escolher para colocar o ovo que, gra\u00e7as a uma subst\u00e2ncia viscosa de secagem r\u00e1pida, fixa-se imediatamente.<\/p>\n<p>As borboletas s\u00e3o muito admiradas pela leveza dos seus voos e a beleza do colorido de suas asas.<\/p>\n<p>Elas procuram, nas flores, na areia \u00famida ou em frutos fermentados, o seu alimento, sendo que as flores s\u00e3o muito frequentadas pelas borboletas f\u00eameas, enquanto os machos preferem as areias \u00famidas.<\/p>\n<p>Algumas esp\u00e9cies existem que t\u00eam a capacidade de permanecer im\u00f3veis por tempo consider\u00e1vel, enquanto outras fazem voos curtos, por vezes muito r\u00e1pidos, indo de uma flor a outra.<\/p>\n<p>Elas buscam a pradaria, as ramadas das \u00e1rvores, beijam as folhas farfalhantes e driblam o vento apressado.<\/p>\n<p>Bailam em meio \u00e0s got\u00edculas que se desprendem das quedas d&#8217;\u00e1gua ou como p\u00e9talas voejam, balan\u00e7ando no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Seu matiz \u00e9 mensagem de alegria. A sua liberdade \u00e9 um convite \u00e0 paz.<\/p>\n<p>No entanto, dias antes de se mostrarem t\u00e3o belas n\u00e3o passavam de larvas rastejantes no solo \u00famido ou na casca apodrecida de algum tronco relegado.<\/p>\n<p>Lagartas, jamais sonhariam com os beijos do sol ou com o n\u00e9ctar das flores. Mas, passam as semanas e ap\u00f3s a fase de cris\u00e1lida, ei-las que surgem maravilhosas, coloridas, exuberantes, plenas de vida.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a da lagarta, vivemos no terreno das experi\u00eancias humanas.<\/p>\n<p>Afinal, chega um dia em que somos convidados a adormecer na carne para despertar na Espiritualidade, planando acima das dificuldades que nos afligiam.<\/p>\n<p>\u00c9 a morte que nos alcan\u00e7a e nos ensina que a vida n\u00e3o se resume num punhado de mat\u00e9ria que entrar\u00e1 em decomposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 simplesmente um amontoado de epis\u00f3dios marcantes ou insignificantes, promotores de esparsos sorrisos e rios de pranto.<\/p>\n<p>A vida \u00e9 a do Esp\u00edrito, que vive para al\u00e9m da aduana da morte, tendo como destino a vida na amplid\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso, quando formos constrangidos a acompanhar, com l\u00e1grimas, aquele afeto que se despede das lutas do mundo, rumando para a Espiritualidade, n\u00e3o lastimemos, nem nos desesperemos.<\/p>\n<p>Mesmo com dores n&#8217;alma, despe\u00e7amo-nos do cora\u00e7\u00e3o querido com um suave at\u00e9 logo porque exatamente como as borboletas, ele alcan\u00e7ou a liberdade, enfim.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>Ao morrer o corpo, o Esp\u00edrito que dele se utilizava como de um ve\u00edculo, se liberta.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m se aniquila na morte. Muda-se, simplesmente, de estado vibrat\u00f3rio, sem que se opere uma mudan\u00e7a nos sentimentos, paix\u00f5es e anseios naquele que \u00e9 considerado morto.<\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 observou a borboleta pousada sobre uma folha nova, especialmente escolhida por ela, uma que n\u00e3o caia antes da sa\u00edda das lagartinhas do ovo, dobrar o abdome at\u00e9 sentir a face inferior da folha e ali colocar o ovo?<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":653,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-652","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reflexoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/652","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=652"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/652\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/media\/653"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=652"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=652"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gruposamaritano.com.br\/ges\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=652"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}